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sábado, março 29, 2008

Coisas de gente


Existem algumas emoções delicadas, aquelas que não conseguimos nem nominar. Mas mesmo sem nome elas nos prendem e ocupam o dia e a mente.
E os pensamentos e idéias que querem se expressar não encontram as letras certas pra isso, não ficam em ordem.
E se você não entendeu nada, tudo bem. Eu também não tenho entendido muita coisa hoje.

2 comentários:

Suzi disse...

Cris, por mais que eu não beba cachaça, não jogue na loteca nem fique de porre, acho essa música o máximo. Os últimos versos, então... "é tudo uma total insensatez..."

"Hay dias que no sé lo que me pasa.
Eu abro meu Neruda e apago o sol.
Misturo poesia com cachaça
E acabo discutindo futebol.
Mas não tem nada, não,
Tenho meu violão.

Acordo de manhã, pão com manteiga.
E muito, muito sangue no jornal.
Aí a criançada toda chega
E eu chego a achar Herodes natural.
Mas não tem nada, não,
Tenho meu violão.

Depois faço a loteca com a patroa.
Quem sabe o nosso dia vai chegar.
E rio, porque rico ri à toa.
Também não custa nada imaginar.
Mas não tem nada, não,
Tenho meu violão.

Aos sábados em casa tomo um porre
E sonho soluções fenomenais.
Mas quando o sono vem e a noite morre,
O dia conta histórias sempre iguais.
Mas não tem nada, não,
Tenho meu violão.

Às vezes quero crer mas não consigo.
É tudo uma total insensatez.
Aí pergunto a Deus: escute amigo,
Se foi pra desfazer, por que é que fez?

Mas não tem nada, não,
Tenho meu violão."

Tem nada não, Cris.
É coisa de gente.
Ouve o som de um violão.
E pronto!

Beijos!

JEANSECAMISETA disse...

É verdade Suzi, música sempre faz bem e foi o que eu fiz ontem. Ouvi música e cantei.E até tirei a poeira do violão.Rsrsr
Bjim